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A importância dos selantes nos dentes dos nossos filhos

Tratamento é uma maneira de garantir que uma criança tenha um risco menor de cárie dentária.

O bem-estar de nossos filhos é sempre nossa maior prioridade. A saúde bucal deles é uma grande parte disso. É importante cuidar bem dos seus dentes de leite, é claro, mas temos que garantir que seus dentes permanentes também tenham um bom começo.

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Você sabia que 40% das crianças desenvolverão cáries quando chegarem a idade escolar? Maus hábitos de higiene oral e alimentos açucarados podem resultar na cárie nos dentes , e a genética às vezes também contribui para o problema.

Por mais importantes que sejam os dentes de leite, é ainda mais crucial proteger os dentes permanentes, porque esses são os dentes que seu filho terá, e você quer que eles permaneçam saudáveis e fortes por toda a vida. Uma maneira de garantir que uma criança tenha um risco menor de cárie dentária é a aplicação de selantes dentais.

A maioria de nós tem fissuras e fendas entre os nossos dentes. Esses podem ser locais muito difíceis de manter limpos, e as bactérias causadoras da deterioração prosperam por lá. É aí que entra um material chamado selante. Os selantes dentais servem como uma barreira contra bactérias e partículas de alimentos nessas fendas dos dentes.

O momento ideal para o seu filho colocar os selantes é logo após a erupção de seus molares permanentes, o que geralmente começa por volta dos seis anos. “Quanto mais cedo os selantes estiverem no lugar, menos bactérias terão a oportunidade de se estabelecer nas fendas difíceis de escovar”, diz Dr Bruno Puglisi.

Aplicar o selante nos dentes é simples, rápido, não invasivo e indolor. Primeiro, os dentes são cuidadosamente escovados e limpos. Então eles são secos antes de serem pintados com esse gel especial. O revestimento plástico transparente é aplicado nas ranhuras mais profundas da superfície dos molares. Para secar este revestimento, usamos uma luz especial.

Nunca se esqueça de que selantes são apenas partes dos cuidados da saúde bucal para qualquer criança. Também é necessário ensinar a escovação dos dentes e uso do fio dental. Uma dieta saudável, evitando alimentos açucarados, refrigerantes, tornará mais difícil para que a cárie apareça. E claro, trazer o seu filho para consultas odontológicas regulares nos permitirá detectar problemas no início e ter certeza de que tudo está no caminho certo.

Fonte: https://saude.ig.com.br/colunas/bruno-puglisi-odontologia/2018-11-14/selantes-dentes-criancas-puglisi.html

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O primeiro molar permanente e a Odontologia Antroposófica

Tudo na Natureza segue um ciclo, na organização humana não é diferente. 
Os dentes - elemento mais duro que o corpo fábrica - cumprem um papel muito interessante.
Podemos analogicamente compara-los a um sinaleiro.
A cada nova etapa precursora de uma mudança de fase do indivíduo, do nascimento aos 21 anos, eles aparecem na boca mostrando-se como um sinal.
Assim acontece quando da vinda dos primeiros dentinhos de leite aos 6 meses, mostrando-nos a fase da introdução da dieta mais sólida ao bebê, a fase da maturidade muscular, possibilitando o engatinhar. Acontece quando da vinda dos dentes do siso aos 18 anos, o "dente do juizo".
Nesse raciocínio, é com a vinda dos primeiros molares permanentes, aos seis anos e meio, que inicia-se o alvorecer de uma nova fase de novas habilidades motoras, emocionais e sociais da criança.
Hoje há uma inversão bastante discutível, da sequência de erupção e vinda dos dentes permanentes acontecendo.
Estes, os primeiros molares permanentes, "o molar dos seis anos", responsáveis pelo encadeamento do crescimento ósseo facial e das arcadas da criança, têm chegado à boca, depois dos incisivos (aqueles da janelinha). Assim, invertendo completamente a lógica da natureza; primeiro os ossos crescem estimulados pelos primeiros molares, depois a janelinha aparece...e não o contrário como se tem visto...a consequência? Falta de espaço para todos os dentes e déficit de crescimento das arcadas, problemas posturais.

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O que poderá estar forçando essa inversão?

Na visão da Odontologia Antroposófica, observamos uma excessiva estimulação do intelecto da criança antes dos 7 anos. Em detrimento ao lúdico, à brincadeira, ao mundo bom, que seria a expressão autêntica do que representa essa fase tão importante da formação da criança dos 0 aos 7 anos. Há uma sobrecarga intelectual e social acontecendo sobre nossas crianças.
E, isso, tem-se mostrado cada vez mais na dentição delas.

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Será correto precipitar o amadurecimento de uma fruta?

A Natureza nos ensina...
E a Odontologia Antroposófica evidência!

Sandra Aiosa
Odontologia Integral e Antroposófica

Postado por: Sandra Aiosa

Você já ouviu falar da paralisia facial?

Paralisia

Paralisia facial

A paralisia facial ou paralisia de Bell é uma mal que ocorre de repente. De uma hora para outra a pessoa fica com a metade do rosto paralisado, sempre afeta apenas um lado da face, sem movimentação alguma, deixando a pessoa sem sorrir e até sem piscar um dos olhos.

A maioria das pessoas que apresenta a paralisia de Bell se preocupa devido à semelhança com os sintomas do AVC ( acidente vascular cerebral ), mas o doutor Bruno Puglisi explica que apesar de terem alguns coisas em comum, as doenças são diferentes. "A paralisia facial acontece por conta de uma inflamação no nervo da face, enquanto o AVC surge de uma lesão cerebral que comanda os nervos do rosto”, diz o dentista. O diagnóstico pode ser confirmado por exames médicos.

Por que ocorre a paralisia facial?

Existem vários motivos para que ocorra a paralisia, mas nem sempre a causa é identificada, geralmente ocorre uma inflamação no nervo facial, por bactérias ou vírus (vírus do herpes, herpes zóster, vírus da rubéola e da gripe).

Outras possíveis causas são o estresse, mudanças bruscas de temperatura, baixa da imunidade, tumores e traumas, distúrbios na glândula parótida e otite.

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Tratamento da paralisia facial:

Não existe um tratamento específico para a paralisia de Bell. Alguns profissionais indicam a administração de corticosteróides

Nos indivíduos com paralisia grave, a massagem dos músculos enfraquecidos e a estimulação dos nervos podem ajudar a evitar a contratura dos músculos faciais. Se a paralisia persistir por seis a doze meses ou mais, o cirurgião pode tentar o enxerto de um nervo são (habitualmente retirado da língua) no músculo facial paralisado.

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A recuperação completa geralmente acontece de 2 a 6 meses e em 85% dos casos o problema desaparece sozinho, sem que seja necessário nenhum tratamento. Basta o nervo desinchar. 

Fique atento aos sintomas de AVC que são diferentes da paralisia facial: a parte da face pode ‘cair’, como o olho ou a boca; a pessoa não consegue colocar os braços estendidos na frente do corpo e paralelos; a pessoa não fala de maneira clara, enrola a língua ou fala sem sentido. Identificando esses sintomas, vá até o hospital.

Fonte: https://saude.ig.com.br/colunas/bruno-puglisi-odontologia/2018-09-19/bruno-puglisi-paralisia-facial.html

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DESCUBRA AS DOENÇAS QUE PODEM TER RELAÇÃO COM SUA SAÚDE BUCAL

Saude -bucalO seu sorriso e organismo são interligados. Por isso, é importante saber que toda doença que acontece na sua boca pode refletir no corpo e vice-versa. Fique de olho em cada uma delas.

 Quando se ouve falar em saúde bucal, pensamos diretamente no bem-estar dos dentes e gengiva. Mas o assunto vai muito além da arcada dentária. Toda e qualquer doença inflamatória ou bacteriana que invade nossa boca acaba afetando outras partes do organismo, como o coração, por exemplo. A situação também pode ser invertida com uma doença sistêmica refletindo no seu sorriso. A dentista Rhianna Barreto explica que o sucesso de uma boca saudável é cuidar do corpo de uma maneira geral.

 

A BOCA TEM UMA RELAÇÃO ÍNTIMA COM A SAÚDE GERAL

Cárie, periodontite e halitose. Essas são as doenças mais comuns que afetam o ambiente bucal. Por conta do grande acúmulo da placa bacteriana. Este aglomerado de bactérias pode afetar não apenas os dentes, como também o organismo. Muitos estudos científicos comprovam que a saúde bucal tem uma relação bem íntima com a saúde geral, tudo porque a boca interage com todas as estruturas do corpo.

"As más condições de higiene bucal podem causar doenças bucais, que, por sua vez, podem levar a enfermidades - ou agravá-las - como doenças cardiovasculares e o diabetes". Essa situação também pode repercutir nos vasos sanguíneos ou em outros órgãos que não têm ligação direta com os dentes, levando a doenças sistêmicas que afetam o coração, pulmões e o estômago.

DOENÇA CARDIOVASCULAR

Você sabia que diversos tipos de doenças cardiovasculares podem estar ligados à saúde bucal? Todo o sangue que corre em nossa boca vai parar no coração e se você estiver com uma inflamação aguda na gengiva, por exemplo, esse problema acaba refletindo na sua saúde cardíaca. Isso pode diminuir a circulação sanguínea nos vasos que ligam o coração, aumentando as chances de doenças coronárias e os riscos de derrame ou infarto.

DIABETES

Essa síndrome muda totalmente o seu metabolismo e, se não houver controle, pode prejudicar sua saúde bucal. "Quem tem diabetes está propenso a gengivite, cáries, perda dentária, boca seca e uma variedade de infecções orais", explica. Isso acontece porque a circulação sanguínea fica prejudicada nessa área. Em contrapartida, se a saúde bucal estiver comprometida, também dificulta o controle do diabetes. "As infecções podem causar o aumento de açúcar no sangue e necessitar de mais insulina para manter sob controle".

HIV OU AIDS

É uma doença delicada e que precisa de atenção tanto para a saúde bucal quanto geral. O HIV é o vírus causador da Aids que ataca diretamente o sistema imunológico. Pacientes com essa doença têm mais probabilidade em contrair problemas bucais. "Os sintomas comuns incluem úlceras, boca seca e relacionada com as lesões da mucosa dolorosa". A profissional conta que estes problemas bucais são causados por fungos, infecções virais ou bacterianas e, em alguns casos, um dos primeiros sinais da AIDS pode ser através de uma infecção gengival grave. "Você também desenvolve persistentes manchas brancas ou lesões incomuns na língua ou na boca".

OSTEOPOROSE

Essa é uma doença que diminui a massa óssea corporal e muitos problemas bucais podem ter relação com essa baixa densidade. A especialista ressalta que as primeiras fases da osteoporose podem se mostrar nos dentes, causando problemas na mandíbula, dentes soltos, gengivas destacadas ou retração gengival.

CÂNCER DE BOCA

Os primeiros sinais do câncer bucal se manifestam na mucosa. Os sintomas podem ser desde úlceras, muitas vezes bem parecidas com aftas, manchas brancas ou avermelhadas, até lesões nos lábios, na língua, gengiva e no céu da boca. Nos casos mais graves pode afetar os gânglios cervicais, provocando dificuldade de mastigação, deglutição e fonação. Para garantir o controle de cada enfermidade, é preciso cuidar dos problemas de forma multidisciplinar. Por isso, além de avisar ao seu dentista, procure um médico especialista no assunto. Lembre-se que o diagnóstico precoce também faz toda diferença.

Fonte: http://www.sorrisologia.com.br/noticia/descubra-as-doencas-que-podem-ter-relacao-com-sua-saude-bucal_a3325/1

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Palito de dente, alimentação ácida e falta de fio dental: Você esta prejudicando sua saúde bucal

Preste mais atenção em alguns hábitos, eles podem estar prejudicando seus dentes e gengiva. Veja quais exemplos o sorrisologia destacou e entenda o que pode acontecer: Às vezes, alguns hábitos corriqueiros do seu dia a dia podem ser os responsáveis por prejudicar sua saúde bucal. E, pode acontecer de você não perceber isso logo no início. Tirar aquele pedaço de carne do dente com o palito parece ser uma ação inofensiva. Ou ainda, beber refrigerante para acompanhar sua refeição. Muitas pessoas podem não saber, mas esses são exemplos que podem provocar problemas bucais. Entenda o que acontece com sua saúde bucal nessas situações e cuide-se.

O PALITO DE DENTE NÃO É UMA BOA OPÇÃO

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É comum, principalmente em restaurantes, pegar um palito de madeira para dar uma “limpadinha”. No entanto, o item não cumpre essa tarefa. Na verdade, o palito empurra o resto de alimento ainda mais ou acaba não alcançando realmente. O movimento de alavanca realizado pode provocar problemas, como mexer um dente. E ainda, o palito pode retirar a camada protetora dos seus dentes, facilitando o aparecimento de bactérias e cáries. Para completar, a falta de atenção enquanto você usa o palito pode resultar em acidentes, como machucar a gengiva com a ponta afiada.

VOCÊ PODE ESTAR CONSUMINDO ÁCIDOS SEM SE DAR CONTA

Acidas

A erosão ácida é um problema que pode demorar em ser percebido. Ela é resultado da corrosão do esmalte dentário, podendo expor a dentina e causar outras complicações, como a cárie. Na maioria dos casos, esse quadro é provocado pela grande ingestão de bebidas ácidas, comumente consumidas pelos pacientes sem pensarem nessa possível consequência. Os próprios sucos de algumas frutas podem ser esses responsáveis, como os de laranja e limonada. Outro exemplo são os refrigerantes, a bebida favorita de muitos. Eles possuem alto teor ácido, contribuindo para a desmineralização dos dentes.

NÃO DEIXE O FIO DENTAL DE LADO NA HORA DA HIGIENE BUCAL

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A escovação sozinha não consegue proteger sua saúde bucal. Para isso, é preciso contar com a ajuda de outros itens, como o fio dental. Apesar de não ser utilizado por muitos pacientes, ele é essencial para a higiene bucal. Usado corretamente, o fio dental consegue alcançar espaço não atingidos pelas cerdas da escova de dente, removendo a placa bacteriana e restos de alimentos do seu sorriso. E ainda contribui para a limpeza das gengivas.

Porém, quem deixa esse item de lado acabam ficando desprotegido. Dessa maneira, a chance de aparecer alguma doença bucal aumenta consideravelmente, como a gengivite, periodontite, tártaro e cárie. Entendeu a importância dele? Separar uma vez durante o seu dia para usá-lo já é suficiente.

Fonte: http://www.sorrisologia.com.br/noticia/palito-de-dente-alimentacao-acida-e-falta-de-fio-dental-voce-esta-prejudicando-sua-saude-bucal_a7264/1

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